PCS | Plataforma para o Crescimento Sustentável

Think tank que visa contribuir para a afirmação de um modelo de desenvolvimento sustentável, num quadro de ampla participação nacional e internacional

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desafio 14 - Sustentabilidade

Tirar partido da economia verde, conservando e valorizando os recursos naturais

As alterações climáticas são um dos mais graves problemas com que a humanidade alguma vez teve que se deparar mas são também impulsionadoras da mudança urgente de um estilo de vida baseado num consumo de recursos naturais insustentável.

O desenvolvimento de tecnologias mais limpas, a par de um novo paradigma de consumo, terá de lançar as bases para a sustentabilidade do planeta e permitir a rápida transição para uma verdadeira economia verde. Uma economia cujo crescimento e emprego são orientados no sentido de reduzir as emissões de carbono e substâncias poluentes, promover a eficiência na utilização de recursos e prevenir as perdas de biodiversidade e dos serviços dos ecossistemas.

Esta nova tendência internacional, recentemente assumida como ambição e compromisso pela quase totalidade dos países, incluindo Portugal, constitui uma oportunidade única para o país conciliar e aproveitar as sinergias, conhecidas mas muitas vezes pouco potenciadas, entre o crescimento económico e a sustentabilidade ambiental.

Ao ultrapassar largamente, em desafios e em geografia, a política ambiental europeia a que Portugal tem respondido, a transição para uma economia verde global cria novas oportunidades de mercado, de fixação e captação de investimentos e de preservação e valorização do património natural nacional.

Gera também o cenário ideal para uma nova abordagem e diferenciação do país nos mercados internacionais, onde as capacidades e padrões ambientais mais elevados passarão a representar uma vantagem competitiva em países além da zona euro.  

Para tirar partido da economia verde, na área ambiental, Portugal terá que potenciar os seus recursos naturais, corrigir ineficiências e conseguir manter, e melhorar, as infraestruturas, serviços, empresas e profissionais do setor do ambiente onde o país investiu nos últimos anos e onde terá de continuar a investir. Atingir este desafio de forma economicamente sustentável, aproveitando as capacidades já desenvolvidas e superando os problemas ambientais ainda existentes, reduzindo e rentabilizando ao máximo o investimento público, implica tornar o país num exportador de produtos, serviços e soluções de alto valor acrescentado, acompanhados de uma melhor qualificação dos recursos humanos e valorização do conhecimento adquirido. Este salto para uma economia verde só será possível com um enquadramento empresarial e ao nível das políticas públicas que favoreça e incentive a qualidade e a inovação.

Os desafios da melhoria da eficiência na utilização de recursos, e todas as políticas e ações que para ela concorram, deverão ter presente a interdependência entre economia, bem-estar social e capital natural, ou seja, o desenvolvimento equilibrado dos três “pilares” da produtividade.

Neste contexto defendemos as seguintes orientações estratégicas e recomendações:

  • Promover a conservação, valorização e eficiência na utilização dos recursos e serviços ambientais
  • Concluir o ciclo de infraestruturação ambiental
  • Envolver os cidadãos numa transição para a economia verde
  • Desenvolver a inovação tecnológica na área das tecnologias limpas
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RELATÓRIO PARA O CRESCIMENTO SUSTENTÁVEL

Consulte o "Relatório para o Crescimento Sustentável: uma visão pós-troika".

Download do Relatório (PDF 1.3Mb)

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